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Grupo de Pacientes Reumáticos de Ribeirão Preto e Região | Powered by Blogger
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| O mecanismo produtor da doença mais freqüente é a ausência congênita de um mecanismo enzimático que excreta ácido úrico pelos rins. Não havendo eliminação adequada, aumenta a concentração no sangue | |
| Outro defeito enzimático, bem menos comum, produz excesso de ácido úrico. Os rins, mesmo normais, não conseguem eliminar a carga exagerada de ácido úrico e este acumula-se no sangue | |
| Quando há hiperprodução há hiperexcreção renal de ácido úrico. Pode ser detectada medindo-se o ácido úrico em urina de 24 horas. Confirmando-se hiperexcreção, deve-se procurar outras causas menos comuns de hiperexcreção como policitemia vera (excesso de glóbulos vermelhos) e psoríase. Cabe ao médico orientar exames nesse sentido | |
| Alguns medicamentos diminuem a excreção renal do ácido úrico. Exemplos freqüentes são diuréticos e ácido acetil salicílico em dose baixa. Se esses não devem ser retirados é preferível mantê-los e tratar a gota. Quando a causa da hiperuricemia não é enzimática fala-se em gota secundária. |
| Dieta | |
| Deve-se prescrever dieta pobre em purinas, recomendar uso restrito de bebidas alcoólicas e evitar jejum prolongado. Cada gotoso sabe "onde aperta o sapato". | |
| O controle ideal da dieta deve ser feito com nutricionista. Alguns pacientes conseguem controlar o ácido úrico somente com dieta. Certamente, o defeito enzimático é menor. | |
| O grande segredo da dieta é abandonar os alimentos proibidos e não fazer ingestão excessiva em curto espaço de tempo de alimentos controlados e bebidas alcoólicas. |
| Medicamentos | |
| A maioria vai necessitar doses variadas de alopurinol, podendo chegar-se a 600mg/dia. O uso diário de 1 comprimido de colchicina pode evitar crises. Assim, a associação dos dois medicamentos tem sido sugerida. Os pacientes que estão com ácido úrico abaixo de 5mg% provavelmente não precisarão de colchicina se continuarem dieta e alopurinol que tem sido seguro e cômodo e também ajuda a evitar cálculos renais. |
| O que é fibromialgia
O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono . No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Por vezes problemas emocionais eram considerados como fator determinante desse quadro ou então um diagnóstico nebuloso de “fibrosite” era estabelecido. Isso porque acreditava-se que houvesse o envolvimento de um processo inflamatório muscular, daí a terminação “ite”.
Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos. O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de seqüela. No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do tratamento.
A partir da década de 80 pesquisadores do mundo inteiro têm se interessado pela fibromialgia. Vários estudos foram publicados, inclusive critérios que auxiliam no diagnóstico dessa síndrome, diferenciando-a de outras condições que acarretem dor muscular ou óssea. Esses critérios valorizam a questão da dor generalizada por um período maior que três meses e a presença de pontos dolorosos padronizados.
Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem favorecer as manifestações da fibromialgia, dentre eles doenças graves, traumas emocionais ou físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de gripe ou um acidente de carro, podem estimular o aparecimento dessa síndrome. Por outro lado, os sintomas de fibromialgia podem provocar alterações no humor e diminuição da atividade física, o que agrava a condição de dor.
Pesquisas têm também procurado o papel de certos hormônios ou produtos químicos orgânicos que possam influenciar na manifestação da dor, no sono e no humor. Muito se tem estudado sobre o envolvimento na fibromialgia de hormônios e de substâncias que participam da transmissão da dor. Essas pesquisas podem resultar em um melhor entendimento dessa síndrome e portanto proporcionar um tratamento mais efetivo e até mesmo a sua prevenção.
Fonte:
http://www.fibromialgia.com.br/novosite/?modulo=pacientes_artigos&id_mat=4 |
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infecção recente sem sintomas;
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infecção antiga e a Síndrome de
Reiter foi desencadeada agora;
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síndrome de Reiter crônica não
diagnosticada.
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Antibióticos
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A infecção intestinal recente, na
quase totalidade das vezes, já não estará mais provocando sintomas ou estes
serão leves. Mesmo assim, é prudente usar-se antibióticos pois precisamos
garantir a eliminação do agente que provocou a artrite. Já a evolução da
infecção genital é variável. A bactéria envolvida é a chlamydia
trachomatis(CT). Homens com discreta secreção uretral e/ou manchas na glande
ou prepúcio ou suspeita clínica de prostatite confirmada por exame urológico,
e mulheres com evidência clínica de cistite, cervicite (colo do útero) ou
salpingite (trompas) têm o diagnóstico de SR estabelecido com facilidade
desde que o médico relacione as manifestações reumáticas com a infecção.
O tratamento com antibiótico é
iniciado imediatamente e o prognóstico é favorável, mesmo que a SR permaneça
por pelo menos dois meses, como é habitual. É necessário receitar três meses
de antibiótico nos casos bons. A eliminação da chlamydia trachomatis(CT) do
aparelho genital deve ser completa.
Porém, uretrite no homem ou
cervicite na mulher relacionadas com chlamydia trachomatis (CT) têm
manifestações clínicas tardias em relação à data do contato sexual e os
sintomas podem ser muito leves e não serem percebidos. Se presentes, o
paciente pode não relacionar os fatos e omitir a história, não recebendo
tratamento. Cabe ao médico orientar o interrogatório neste sentido. A
evolução da infecção por chlamydia trachomatis (CT) pode ser bastante
arrastada e sem sintomas havendo o risco do tratamento ser suspenso antes do
tempo, colaborando para cronificação na forma de prostatite ou salpingite.
Estes fatos levam, muitas vezes, à persistência da SR, tornando-se um
problema de difícil solução em alguns pacientes os quais permanecem com dor e
em tratamento por vários meses.
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Analgésicos e anti-inflamatórios não-esteróides (AINES)
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Se a dor não é intensa, analgésicos
comuns como acetominofeno podem ser úteis. Os AINES mais utilizados em SR são
indometacina e fenilbutazona. O uso é limitado devido aos efeitos colaterais,
mas se o paciente se beneficia e tolera o medicamento este pode ser mantido.
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Outras opções
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É bastante freqüente crises com dor
intensa e evolução prolongada. Nestas ocasiões o reumatologista deve utilizar
medicamentos de exceção tais como corticóide por via oral ou intramuscular e
infiltrações e, eventualmente, drogas imunomoduladoras e imuno-supressoras.
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1 - artrite, com preferência ao acometimento das articulações sacroilíacas e da coluna vertebral;
2 - pesquisa negativa para o fator reumatóide (FR: exame de sangue);
3 - inflamação nos tendões e ligamentos que se ligam ao osso (entesites);
4 - marcador genético semelhante (HLA-B27);
O GRUPAR-RP - Grupo de Apoio ao Paciente Reumático de Ribeirão Preto é uma entidade sem fins lucrativos, fundada por pessoas portadoras dos mais diversos tipos de doenças reumáticas e apoiada por médicos reumatologistas da cidade e das faculdades de medicina de Ribeirão Preto.
O Grupar-RP tem por núcleo o Grupo EncontrAR e juntos realizam o Projeto Blogueiros da Saúde.
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