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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Osteoporose


Cartilha de Orientação para pessoas convivendo com "Osteoporose" Cartilhas escritas pelas Comissões de Especialidades da SBR Link: http://www.reumatologia.org.br/index.asp?Pagina=noticias/noticia.asp&IDNoticia=186  

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Osteoporose


A Osteoporose  
É um aumento da porosidade do osso. Este "afinamento" é o resultado da diminuição da quantidade de tecido ósseo. Assim, osteoporose significa diminuição da massa óssea. O osso, torna-se poroso, é menos apto para suportar o peso do corpo e sua movimentação. O risco de ocorrerem fraturas é uma realidade que passa a fazer parte do seu dia-a-dia.
A osteoporose afeta todos os ossos do corpo, embora sejam complicações mais típicas a dor por compressão e a fratura de vértebras a coluna, do colo do fêmur (osso da bacia) e do punho.
No caso da coluna a parte do esqueleto mais severamente afetada em muitas pessoas é a estrutura trabecular do osso, tornando-se tão fina que causa achatamento do corpo vertebral. Por causa disso ocorre encurvamento da coluna (cifose ou "corcunda"), diminuição da altura e dor nas costas.
Mas as fraturas e conseqüentes deformidades são sinais tardios, manifestações já visíveis da doença que começa com lenta e insidiosa perda da massa óssea.
Portanto, é óbvio que quanto mais precocemente for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado para cada caso, melhor será a evolução e menor a ocorrência das complicações, fraturas e deformidades. 
O QUE CAUSA A OSTEOPOROSE?
O processo pelo qual a doença se instala é muito complexo e envolve vários fatores, incluindo nutrição, predisposição genética, condições ambientais, menopausa, doenças crônicas (como do fígado ou dos rins) e o uso de determinadas medicações.
Um grupo dos chamados fatores de risco, pode ser definido:
Ser portador de certas alterações endócrinas:

    * pertencer à raça branca ou amarela;
    * ser do sexo feminino, principalmente após a menopausa, ou estar durante período de gravidez ou lactação;
Apresentar fatores nutricionais como:
    * deficiência de: cálcio, vitamina D, vitamina C ou de alimentos em geral (desnutrição ou problemas de absorção);
    * excesso de: fibras insolúveis, proteína animal, fosfato, cafeína, sal, açúcar, álcool, vitamina E, vitamina A;
    * ser fumante;
    * utilizar certos medicamentos por tempo prolongado;
    * não fazer exercícios (levar uma vida sedentária);

    * permanecer imobilizado por muito tempo (como nos casos de fratura e engessamento);
    * apresentar algumas doenças congênitas tais como osteogênese imperfeita ou doença de Ghaucher, entre outras;
    * apresentar alguma doença ou condição específica tal como insuficiência renal, artrite reumatóide, doença hepática, doença pulmonar crônica ou gastrectomia.
 QUAIS OS TIPOS DE OSTEOPOROSE?
Não existe só um tipo de osteoporose.
É necessário que você reconheça suas diferentes formas de apresentação para que possa mais adequadamente prevení-la. Os especialistas dividem a osteoporose em três grupos
Osteoporose pós-menopausa (tipo I): este tipo é o mais comum e afeta somente as mulheres após a menopausa (porém, pode iniciar-se já na perimenopausa, ou seja, um pouco antes de cessar a menstruação). As fraturas de vértebras são muito comuns.
Osteoporose senil (tipo II): em geral, afeta pessoas com mais de 70 anos, 30% são homens, sendo comum as fraturas do quadril.
Osteoporose secundária: ocorre em pessoas que são portadoras de doenças renais, hepáticas, endócrina ou quem fica muito tempo imobilizado no leito (por um derrame ou uma fratura, por exemplo).

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"Cadeira elétrica" para cuidar da osteoporose

``Cadeira elétrica" para cuidar da osteoporose

Uma cadeira que emite sinais elétricos está sendo testada em São Paulo no tratamento para a osteoporose. O equipamento foi desenvolvido por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos e da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).



Hoje, o tratamento da osteoporose é feito com remédios e exercícios físicos. 
A nova tecnologia produz sinais elétricos que atingem diretamente os ossos mais prejudicados pela doença: fêmur, coluna e bacia.

Duas placas metálicas ficam escondidas sob um estofado. Para realizar o tratamento, o paciente deve permanecer sentado na cadeirinha por 20 minutos após acionar um botão. As duas placas formam um campo elétrico, que age nos ossos durante esse tempo. Não há dor. Ao todo, são cinco sessões por semana e, quando o tratamento é concluído, o aparelho avisa. 

Segundo a fisioterapeuta da Unifesp Ana Paula Lirani Galvão, quando o campo elétrico atinge os ossos, algumas células do organismo captam os sinais e estimulam a formação de uma nova massa óssea, o que faz aumentar a absorção de cálcio.

Galvão explica que, numa pessoa sem osteoporose, os ossos têm células que captam sinais mecânicos -gerados, por exemplo, pela ação de andar ou correr- e mandam carga elétrica para outras células responsáveis por formar mais ossos.

"Ao longo da vida, perdemos essas células que captam os sinais e também fazemos menos atividades que produzem essa energia, o que provoca o enfraquecimento dos ossos."

O objetivo da nova técnica é criar os sinais elétricos que o corpo deixou de mandar e, assim, estimular a formação da nova massa óssea.

Os primeiros testes foram feitos há seis anos em ratos e os resultados foram positivos. Agora, os testes estão sendo feitos em cem idosos que estão internados em três asilos de São Paulo -40 deles sob efeito placebo, ou seja, sem efeitos reais.

"Os testes em humanos [que começaram há seis meses] ainda não foram concluídos, mas pela experiência com os ratos, acreditamos que serão positivos."

Preço acessível

Orivaldo Lopes da Silva, professor de bioengenharia da USP de São Carlos e responsável pela criação do equipamento, explica que pretende levar o produto para o mercado a um preço acessível até 2012.

No tratamento atual, com medicamentos, o custo para o paciente pode chegar a R$ 1.000 por mês.

Para a pesquisa, foram produzidos 12 equipamentos, ao custo de R$ 25 mil. No entanto, se produzido em grande escala, o valor pode ser reduzido para cerca de R$ 1.000 por aparelho.

A expectativa é que o estudo e o processo de patente sejam finalizados até o final do próximo ano.

Fonte: http://www.reumatoguia.com.br/interna.php?id=526&cat=92&menu=2692

Medicamentos Biológicos, agora Planos de Saúde Paga!

O GRUPAR-RP - Grupo de Apoio ao Paciente Reumático de Ribeirão Preto é uma entidade sem fins lucrativos, fundada por pessoas portadoras dos mais diversos tipos de doenças reumáticas e apoiada por médicos reumatologistas da cidade e das faculdades de medicina de Ribeirão Preto.

O Grupar-RP tem por núcleo o Grupo EncontrAR e juntos realizam o Projeto Blogueiros da Saúde.

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