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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"Cadeira elétrica" para cuidar da osteoporose

``Cadeira elétrica" para cuidar da osteoporose

Uma cadeira que emite sinais elétricos está sendo testada em São Paulo no tratamento para a osteoporose. O equipamento foi desenvolvido por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos e da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).



Hoje, o tratamento da osteoporose é feito com remédios e exercícios físicos. 
A nova tecnologia produz sinais elétricos que atingem diretamente os ossos mais prejudicados pela doença: fêmur, coluna e bacia.

Duas placas metálicas ficam escondidas sob um estofado. Para realizar o tratamento, o paciente deve permanecer sentado na cadeirinha por 20 minutos após acionar um botão. As duas placas formam um campo elétrico, que age nos ossos durante esse tempo. Não há dor. Ao todo, são cinco sessões por semana e, quando o tratamento é concluído, o aparelho avisa. 

Segundo a fisioterapeuta da Unifesp Ana Paula Lirani Galvão, quando o campo elétrico atinge os ossos, algumas células do organismo captam os sinais e estimulam a formação de uma nova massa óssea, o que faz aumentar a absorção de cálcio.

Galvão explica que, numa pessoa sem osteoporose, os ossos têm células que captam sinais mecânicos -gerados, por exemplo, pela ação de andar ou correr- e mandam carga elétrica para outras células responsáveis por formar mais ossos.

"Ao longo da vida, perdemos essas células que captam os sinais e também fazemos menos atividades que produzem essa energia, o que provoca o enfraquecimento dos ossos."

O objetivo da nova técnica é criar os sinais elétricos que o corpo deixou de mandar e, assim, estimular a formação da nova massa óssea.

Os primeiros testes foram feitos há seis anos em ratos e os resultados foram positivos. Agora, os testes estão sendo feitos em cem idosos que estão internados em três asilos de São Paulo -40 deles sob efeito placebo, ou seja, sem efeitos reais.

"Os testes em humanos [que começaram há seis meses] ainda não foram concluídos, mas pela experiência com os ratos, acreditamos que serão positivos."

Preço acessível

Orivaldo Lopes da Silva, professor de bioengenharia da USP de São Carlos e responsável pela criação do equipamento, explica que pretende levar o produto para o mercado a um preço acessível até 2012.

No tratamento atual, com medicamentos, o custo para o paciente pode chegar a R$ 1.000 por mês.

Para a pesquisa, foram produzidos 12 equipamentos, ao custo de R$ 25 mil. No entanto, se produzido em grande escala, o valor pode ser reduzido para cerca de R$ 1.000 por aparelho.

A expectativa é que o estudo e o processo de patente sejam finalizados até o final do próximo ano.

Fonte: http://www.reumatoguia.com.br/interna.php?id=526&cat=92&menu=2692

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Segunda Caminhada de Apoio ao Paciente de Doenças Raras‏

São Paulo recebe Segunda Caminhada de Apoio ao Paciente de Doenças Raras

Evento gratuito comemora o Dia Mundial das Doenças Raras e discute temas relacionados à desigualdade na saúde


Dia 28 de fevereiro é reconhecido internacionalmente como a data em que se mobiliza a sociedade em torno de ações em prol das doenças raras. Para comemorar, no dia 27 de fevereiro (domingo) será realizada, no Parque da Aclimação – SP –, a Segunda Caminhada de Apoio ao Paciente de Doenças Raras. Com estimativa de receber duas mil pessoas, o evento reúne governo, sociedade, universidades e empresas farmacêuticas para apoiar a melhora do bem-estar de pacientes com doenças raras e suas famílias, apoiando a pesquisa, discutindo políticas públicas e cooperação internacional e também conscientização da população em geral. Neste ano, a Caminhada aborda o tema “Desigualdade na Saúde”.

O evento acontecerá durante o dia e terá a presença de 70 associações que estarão no local com material informativo, além de atrações culturais, musicais e lúdicas, caminhadas, workshop e seminários práticos.

Dra. Cecília Micheletti, médica pediatra e delegada brasileira da Fundação GEISER (Grupo de Enlace, Investigacion y Soporte de Enfermidades Raras de Latino América), participa da organização da Caminhada e afirma que celebrar esta data é de extrema importância. “O diagnóstico das doenças raras muitas vezes é feito tardiamente, pois o conhecimento sobre elas é pouco tanto na sociedade como na própria comunidade médica. Há pouca investigação, faltam de verbas e políticas públicas. Discutir estes aspectos é fundamental para que sejam possíveis melhorias no tratamento dessas doenças”.

São consideradas doenças raras aquelas que afetam um pequeno número de pessoas, numa frequência de 1 em cada 2 mil. Cerca de 80% dos casos são de origem genética. Já se tem conhecimento de cerca de sete mil doenças raras que afetam de seis a oito por cento da população mundial. A Dra. Cecília Micheletti acredita que o grande desafio é alcançar a igualdade no atendimento. “Nós não temos na rede pública nem mesmo a regulamentação do médico geneticista, o que dificulta o diagnóstico e, por consequência, o tratamento. Muitas vezes até mesmo o profissional de saúde não tem informações sobre algumas dessas enfermidades”.

A organização do evento é do GEDR – Grupo de Estudos de Doenças Raras – e do Instituto Canguru, com apoio da ABG (Aliança Brasileira de Genética), da SBGM (Sociedade Brasileira de Genética Médica) do Fórum Estadual de Patologias, da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, da Eurordis e da Fundação GEISER (Grupo de Enlace, Investigacion y Soporte de Enfermedades Raras de Latino América).

Segunda Caminhada de Apoio ao Paciente de Doenças Raras
Data: 27 de fevereiro de 2011
Local: Parque da Aclimação – Rua Muniz de Souza, 1119
Início da concentração: 8h
Mais informações:

Exercícios físicos devem fazer parte do tratamento dos pacientes reumáticos

Para uma efetiva prática de exercícios físicos  é importante lembrar que os
pacientes portadores de doenças reumáticas devem seguir também uma dieta
balanceada para que consigam manter a energia ao realizar a atividade
física.

Esqueça as velhas receitas para tratar dores nas costas, nas juntas, nos
joelhos... Nada de anti-inflamatório e repouso absoluto... Quanto menos você
se mexe, mais aumentam a dor e a rigidez nas articulações. “Tão importante
quanto a medicação apropriada, os exercícios físicos devem,
obrigatoriamente, fazer parte do tratamento dos pacientes reumáticos”,
defende o reumatologista Sérgio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de
Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo).

Você não recomendaria a idosos com osteoporose a prática de artes marciais,
certo? Pode parecer algo sem lógica alguma, mas cientistas holandeses
indicariam, sim. É que um estudo divulgado na publicação BMC Research Notes
indica que dominar as quedas controladas do kung fu e do caratê, por
exemplo, ajudaria a prevenir fraturas de quadril.

Dor, rigidez, fadiga e o medo de piorar podem fazer com que o paciente reaja
contra o exercício. No entanto, para o reumático, um programa de exercício
apropriado é extremamente importante e saudável. Hoje, a maioria dos estudos
revela que a atividade física moderada  e com acompanhamento apropriado pode
reduzir as dores musculares e melhorar os movimentos dos pacientes que
sofrem de doenças reumáticas.

“O exercício físico é uma peça chave no tratamento dos pacientes reumáticos,
pois o sedentarismo agrava muito o quadro das doenças reumáticas. A prática
de atividades físicas - além de proporcionar prazer e relaxamento -
contribui para o emagrecimento, reduz a dor e a rigidez nas articulações e
aumenta a flexibilidade, a força muscular, a saúde do coração e a
resistência”, diz Sérgio Lanzotti.

Um dos grandes benefícios da atividade física é o estímulo à produção de
endorfinas, aumentando a sensação de bem-estar. “As  endorfinas também
funcionam como analgésico, proporcionando alívio da dor no organismo. A
produção de endorfinas é fator muito importante para os pacientes
reumáticos, que apresentam propensão a desenvolver quadros de depressão e
ansiedade”, explica o diretor do Iredo.

Quem tem fibromialgia pode aliviar os sintomas da doença com exercícios
físicos. Mas nem sempre os pacientes conseguem manter uma rotina de
atividades devido ao cansaço, às dores e à dificuldade de se deslocar até
uma academia ou um parque. A doença, que acomete cerca de 6% da população,
provoca dores musculoesqueléticas distribuídas pelo corpo. Há, no entanto,
um novo estudo que aponta uma solução mais simples, com a mesma eficácia. De
acordo com uma pesquisa da Universidade Johns Hopkins e da Universidade de
Michigan, 30 minutos de atividades cotidianas, como subir escadas ou limpar
a casa também podem contribuir para a diminuição das dores.

Os exercícios físicos mais recomendados para os pacientes reumáticos são do
tipo aeróbico ou dinâmico, como caminhar, correr, nadar e andar de
bicicleta. “As pessoas fisicamente ativas têm uma qualidade de vida melhor
comparada com as sedentárias, e isso também se aplica a pacientes portadores
de doenças reumáticas como artrite, espondilite, artrose. No entanto, a
prática de exercícios físicos deve ser supervisionada e não deve ser
iniciada antes da avaliação do médico que acompanha este paciente. O
reumatologista poderá indicar a necessidade da prática de atividade física
por doentes com acometimento articular de membros ou coluna vertebral”,
esclarece Sérgio Bontempi.

Pessoas com artrite reumatóide, por exemplo, podem participar seguramente de
programas de exercício regulares, procurando alcançar uma melhor condição
aeróbica, aumento da força muscular, da resistência e flexibilidade,
facilitando tarefas do dia a dia, como caminhar,  se abaixar, cuidar dos
afazeres domésticos. Há três tipos principais de exercícios indicados:
alongamento, condicionamento muscular e condicionamento aeróbico, cada qual
com um papel na melhora da saúde, reduzindo a incapacidade e a dor
relacionada à patologia.

Para uma efetiva prática de exercícios físicos  é importante lembrar que os
pacientes portadores de doenças reumáticas devem seguir também uma dieta
balanceada para que consigam manter a energia ao realizar a atividade
física. “Já os pacientes reumáticos com sobrepeso devem realizar
acompanhamento médico, dietético e fisioterápico, pois, muitas vezes,
perder alguns quilos, significa aliviar a carga exercida sobre uma
articulação, o que diminui a chance de piorar a lesão já existente e melhora
a qualidade de vida como um todo”, diz o médico.

Pacientes com artrite reumatóide que fazem exercícios regularmente podem
apresentar uma melhoria na função física, menos dor nas juntas e melhor
qualidade de vida, segundo estudo da Universidade de Grenoble, na França. Os
autores destacam a importância desses resultados - que sugerem segurança e
eficácia das atividades físicas para as pessoas com a doença inflamatória
das articulações -, pois muitos pacientes têm receio de que a prática de
exercícios possa piorar as dores associadas à doença.

Fonte:

www.bemparana.com.br

www.reumatoguia.com.br/interna.php?id=479&cat=92&menu=2692
<http://www.bemparana.com.br/>

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Pesquisa Compreensão e Incompreensão

Compreensão e incompreensão das suas doenças por parte de outros

Invalidação da Pessoa com Doença Reumática
Pesquisa, participe, colabore!!! Somos os principais beneficiários.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Gestão de Saúde

Pesquisa Compreensão e incompreensão das suas doenças por parte de outros



Compreensão e incompreensão das suas doenças por parte de outros

Invalidação da Pessoa com Doença Reumática
Pesquisa, participe, colabore!!! Somos os principais beneficiários.




Que doença(s) reumática(s) tem? (se tiver mais que uma, indique-as todas).
 Siga as orientações através dos links e observe o botão continuar em cada tela. Muito interessante, vocês vão gostar.. nos leva a uma reflexão da nossa vida e da vida de quem convive conosco e a doença.



Link:
1°) -  link abrirá uma tela e faça a escolha Português Brasil 
http://www.lackofunderstanding.nl/lack_of_understanding_research/STUDY_UNDERSTANDING_AND_INVALIDATION_FOR_RHEUMATIC_DISEASES.html
2°) - Então abrirá outra tela essa daqui:
http://uurespondents.netq.nl/nq.cfm?q=e2e30d28-219b-fb46-8159-37a7e5866236
3°) - Então abrirá o link para que vcs possam escolher a doença e então seguir o preenchimento da pesquisa
http://uurespondents.netq.nl/nq.cfm?r=A441F39F-219B-FB46-81D6-224AFDFEC65E

 
 
Contatos e Dicas importante ____________________________________________________________________________
Priscila Torres
(11) 7842-2937 nextel ID 107*290 ou (11) 8750-6708 (tim)
 
RecomeçAR - Minha Coluna no Site Reumatoguia
 
Possibilidades de Tratamento Gratuíto  www.cepic.com.br

 Adaptações para uma vida confortável: http://www.mnsuprimentos.com.br/arquivos/mn_mao.htm
 
 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Chocolate amargo reduz risco de ataques cardíacos

Chocolate amargo reduz risco de ataques cardíacos, diz estudo

Chocolate amargo Chocolate amargo tem mais cacau do que o chocolate ao leite
Uma pesquisa americana afirma que mulheres mais velhas que comem chocolate amargo uma ou duas vezes por semana podem reduzir o risco de doenças cardíacas.
De acordo com o estudo, mulheres que comem chocolate amargo até duas vezes por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em até 33%. No entanto, as que comem todos os dias não se beneficiam.
A pesquisa foi publicada em uma revista científica da Sociedade Americana do Coração. Os cientistas analisaram dados de cerca de 32 mil mulheres entre 48 e 83 anos ao longo de nove anos.
O estudo indica que o consumo de até duas porções de 19 a 30 gramas de chocolate amargo por semana reduz em até 32% o risco de doenças do coração.
Quando o consumo aumentou para até três porções, o índice caiu para 26%. O índice de redução de risco era nulo nas mulheres que consumiam chocolate amargo todos os dias.
Açúcar e gordura
A pesquisa ressalta que comer muito chocolate não é saudável, por causa do alto índice de açúcar e gordura, que fazem com que as pessoas ganhem peso.
No entanto, o chocolate contém altos índices de flavonóides, uma substância que diminui a pressão sanguínea e protege contra doenças do coração.
Os pesquisadores afirmam que o novo estudo é um dos primeiros a identificar alguns dos benefícios à saúde do chocolate amargo no longo prazo.
"Não se pode ignorar que o chocolate é relativamente intenso em calorias e que grandes porções consumidas habitualmente aumentarão o risco de ganho de peso", afirma Murray Mittelman, um dos autores do estudo, da Beth Israel Deaconess Medical Center, de Boston.
"Mas se você vai se dar um agrado, chocolate amargo é provavelmente uma boa opção, desde que consumido com moderação."
A diferença na qualidade do chocolate também afeta o benefício que o produto traz à saúde. Quanto mais cacau, maior o benefício.
Chocolate amargo pode conter até 75% de cacau, enquanto chocolate ao leite em geral possui até 25%.
Para a nutricionista Victoria Taylor, da Fundação Britânica do Coração, o estudo mostra a importância de se achar o equilíbrio correto na alimentação.
"Antes de se jogar nos doces, é preciso lembrar que enquanto alguns antioxidantes do chocolate são bons para o coração, os mesmos antioxidantes também estão presentes em frutas e vegetais – comidas que não têm gordura saturada ou alta caloria como o chocolate", disse ela.

Mamão, um tesouro ao seu alcance

Mamão, um tesouro ao seu alcance

O mamão (Carica papaya), originário da América Tropical, é uma das melhores frutas do mundo, tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo poder medicinal.

Cada parte desta planta é preciosa, a começar pelo tronco! De sua parte  interna, retira-se uma polpa que - depois de ralada e seca - semelha-se ao coco ralado. É rica em propriedades nutritivas e aproveitada em alguns lugares no preparo de deliciosas rapaduras.

O cozimento das raízes dá um tônico para os nervos, e é também remédio para  as hemorragias renais.

As folhas do mamoeiro, após secas à sombra, têm aplicação no preparo de agradável chá digestivo que pode ser dado livremente às crianças, pois não contém cafeína.

O suco leitoso extraído das folhas é o vermífugo mais enérgico que se conhece. Usa-se diluído em água. Ainda é digestivo e cura feridas. Em  diversos lugares, a medicina popular o utiliza para tratar eczemas, verrugas e úlceras.

Os índios preparam a carne envolvendo-a com folhas de mamoeiro por algumas horas antes de levá-la ao fogo. Este processo amacia a carne.
Com as flores do mamoeiro macho prepara-se um maravilhoso xarope que combate a rouquidão, tosse, bronquite, gripe e indisposições gástricas causadas por
resfriados.
(Coloca-se um punhado de flores com um pouco de mel em vasilha resistente ao calor, mas que não seja de alumínio. Acrescenta-se um copo de água fervendo,
tapando-se bem. Depois de esfriar, toma-se às colheradas, de hora em hora.)
Com o fruto verde faz-se um doce maravilhoso. Pode-se também prepará-lo  ensopado ou ao molho branco. É uma iguaria!
O mamão maduro: é altamente digestivo (cada grama de papaína - fermento solúvel contido no fruto digere 200g de proteína); tem mais vitamina C que a laranja e o limão; contribui para o equilíbrio ácido-alcalino do organismo; é diurético, emoliente, laxante e refrescante; cura prisão de ventre crônica; comido em jejum, pela manhã, faz bem ao estômago; é eficaz contra a  diabete, asma e icterícia; bom depurativo do sangue; não pode faltar na alimentação
da criança, pois favorece o seu crescimento.

Depois de comer o mamão, esfrega-se a parte interna da casca sobre a  pele para tirar manchas, suavizar a pele áspera e eliminar rugas.
Mastigar de 10 a 15 sementes frescas elimina vermes intestinais, regenera o fígado e limpa o estômago. Comidas em quantidade, são eficazes contra câncer e tuberculose.
Faltava dizer que qualquer uso que se faça de qualquer parte desta planta, traz consigo uma ação vermífuga poderosa, o que bastaria para destacar sua importância.
Melhor que consumir frutos do supermercado (colhidos verdes e amadurecidos à força no carbureto), é colhê-los já maduros no pé, no próprio quintal pois além disso serão livres de agrotóxicos.

Num espaço bem apertado cabem vários mamoeiros. Eles gostam de terra boa, bem adubada. Por exemplo, com lixo de cozinha ou com uma "Boca da Terra".

O consumo do mamão é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em  um alimento rico em licopeno (média de 3,39 mg em 100 gr), vitamina C e minerais importantes para o organismo.

Quanto mais maduro, maior a concentração desses nutrientes.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O impacto do estresse na fibromialgia

O impacto do estresse na fibromialgia
Estresse


Considera-se como estresse uma resposta temporária a uma situação de emergência, ou seja, a repercussão mental e física de situações que causam angústia, irritabilidade ou excitação. O estresse faz parte da vida, na medida em que está envolvido em seus diversos aspectos, tanto positivos como negativos, ou seja, desde ganhos, mudanças de ambiente, festas, disputas e encontros, até perdas, rotina com sobrecarga de trabalho e frustrações.

Após um estresse positivo, o indivíduo experimenta uma sensação de relaxamento, no entanto, após um estresse negativo o que surge é uma situação de alerta prolongado com diversas conseqüências negativas para o organismo.

Efeitos do estresse crônico sobre o organismo

Quando se está estressado, o aumento da tensão muscular acarreta dor e exacerbação dos sintomas da fibromialgia. A queda no desempenho físico e mental é fonte de grande frustração, estabelecendo-se, assim, um círculo vicioso que engloba a dor, a limitação física e aspectos emocionais, no qual cada um desses aspectos tende a agravar os demais.

Deve-se, antes de mais nada, reconhecer os sinais de estresse no próprio organismo, identificar as suas causas e tentar resolver o que for possível, aceitando o que não for possível de ser modificado. Com a tendência atual de se atribuir tudo a uma doença, nem sempre é fácil reconhecer as manifestações do estresse.

Identificando situações estressantes

Na tentativa de se tentar determinar as situações mais estressantes o indivíduo deve elaborar um diário no qual conste o horário, tipo de atividade e as conseqüências físicas e emocionais a ela relacionadas.

O reconhecimento do estresse e suas conseqüências para o organismo

Dentre os efeitos deletérios do estresse sobre o organismo destacam-se:

- Freqüentes dores de cabeça.

- O indivíduo sente um aumento na tensão e dor na musculatura dos ombros e pescoço
- Muitas vezes tende a cerrar os dentes com força enquanto dorme (bruxismo)

- Distúrbios da digestão.

- Queixas digestivas e perda do apetite podem surgir
- Outras manifestações são gastrite, úlcera e diarréia

- Manifestações emocionais

- Ansiedade, tristeza, nervosismo, depressão, fadiga mental
- Irritabilidade e incapacidade para relaxar
- Dificuldade para tomar decisões e esquecimentos freqüentes
- Dor no peito, boca seca, palpitações, mãos frias e tremores
- Elevação da pressão arterial e outras conseqüências cardiovasculares

- Distúrbio do sono.

- A maior parte dos pacientes acorda com a sensação de não ter dormido à noite
- Em alguns casos ocorre a insônia, em outros a sonolência excessiva
- O fato de dormir mal à noite acarreta sonolência diurna
- O sono superficial acarreta decréscimo da produtividade e alteração da memória

- Outros aspectos a serem considerados.

- Aumento no uso de álcool e medicações
- Aumento no número de acidentes frutos da desatenção
- A queda da imunidade favorecendo a instalação de uma série de doenças

Como lidar com o estresse

O controle do estresse na fibromialgia melhora as manifestações de dor e dos distúrbios do sono, na medida em que diminui o tônus muscular do alerta prolongado, reduz a freqüência cardíaca, a pressão arterial e poupa o desgaste emocional, reduzindo a fadiga.

Algumas opções para desenvolver mecanismos protetores contra as situações estressantes são:

- Ter um animal de estimação
- Dedicar-se a um esporte

- Tocar um instrumento musical - Cultivar o lado espiritual e o social
- Interromper as atividades por uns trinta minutos quando se sentir angustiado e executar uma atividade prazerosa, como ouvir música ou fazer um ritual de relaxamento
- Interromper situações de potencial agressividade, antes que estas se auto-potencializem.

Como evitar o estresse

- Estabeleça metas realistas e tente cumpri-las.

Nada de se sobrecarregar ou superestimar as próprias capacidades
Inclua nas suas metas a atividade física e uma rotina saudável

- Listar as metas de acordo com a prioridade.

Deixe para amanhã o que não se necessita fazer hoje
Questione sempre a necessidade ou utilidade de suas atribuições

Considere prioritário o que lhe dá qualidade e sentido à vida

- Não perca tempo.

Evite perder muito tempo no trânsito
Tente otimizar suas atividades, não se prendendo em detalhes

- Evite sobrecarregar-se.

Antes de aceitar alguma coisa, considere o quanto de trabalho vai dar
Aprenda a dizer não sem sentir culpa

- Nutra pensamentos positivos.

Evite situações nas quais predominam aspectos negativos, angústia ou muita cobrança
Mude a forma de ver as coisas, buscando sempre um valor ou aspecto positivo
Freqüente ambientes que estão de acordo com os seus valores

Técnica de Relaxamento Progressivo

- Assuma uma posição bem confortável, procurando respirar usando só a musculatura abdominal. Feche seus olhos gentilmente.

- Começando o exercício feche sua mão esquerda como se fosse dar um soco, aperte o máximo possível, procure ficar atento para a sensação de tensão procurando memorizá-la. Agora relaxe, deixe a mão confortavelmente apoiada na superfície em que está. Respire calmo(a) e tranqüilo(a), procurando perceber a diferença entre as duas sensações, a da contração e a do relaxamento. Repita este movimento.

- Agora, dobre o pulso esquerdo para cima, elevando a palma da mão, sem movimentar o braço, sinta a contração e procure memorizar esta sensação. Relaxe, deixe a mão apoiada na superfície em que está, procurando comparar e discernir a diferença entre as duas sensações. Respire calmo(a) e tranqüilo(a), use somente a musculatura abdominal. Repita.

- Dobre o pulso para baixo tentando alcançar com os dedos o braço. Contraia o máximo possível. Sinta a contração e em seguida relaxe comparando as duas sensações. Respire tranqüilamente. Repita.

- Dobre o cotovelo, sinta a contração nesta musculatura, memorize-a. Agora, relaxe, acomode o braço confortavelmente, procure senti-la como se não conseguisse movimentar. Respire calmamente, use somente a musculatura abdominal. Repita.

- Repita os mesmos movimentos com o braço direito.

- Agora, concentre sua atenção na sua perna esquerda. Estique o seu pé o máximo possível, levando a ponta do pé o mais distante do seu corpo. Sinta a contração, memorize esta sensação. Agora, solte, relaxe. Compare as duas sensações. Respire tranqüilamente, use apenas a musculatura abdominal. Repita.

- Dobre o pé, trazendo a ponta do pé em direção ao seu corpo. Contraia mais e mais, sinta a contração. Relaxe, compare essas sensações, procure memorizar a diferença entre elas. Respire calma e tranqüilamente. Repita.

- Eleve um pouco a coxa, a perna e o pé. Contraia essa musculatura para a manter elevada, preste atenção na contração. Agora, relaxe, apóie a coxa, a perna e o pé confortavelmente na superfície. Sinta toda a sua musculatura mais e mais relaxada, dando a impressão de não poder mover. Respire pausadamente. Use somente a musculatura abdominal, Repita.

- Repita os mesmos movimentos para a perna direita.

- Agora, contraia ambos os ombros, elevando-os como se fosse encostá-los na ponta das orelhas. Contraia, mais e mais. Relaxe, deixe os ombros apoiados de maneira confortável, sinta a diferença entre a sensação da contração e a do relaxamento. Respire tranqüilamente. Repita.

- Eleve a cabeça como se fosse alcançar com o queixo o peito. Sinta a contração, procure memorizar esta sensação. Agora, solte, relaxe, deixe a cabeça apoiada de forma bem confortável. Compare as duas sensações tentando memorizar a diferença entre elas. Respire pausadamente. Repita.

- Franza a testa e os olhos. Aperte, preste atenção nesta sensação. Agora, solte, relaxe sinta o rosto pesado, os olhos fechados gentilmente.

- Memorize as duas sensações. Respire somente com a musculatura abdominal. Repita.

- Aperte os dentes, os de baixo de encontro com os de cima. Sinta a tensão, e agora compare com a do relaxamento, soltando o seu rosto mais e mais. Respire calmamente. Repita.

- Nos próximos minutos, mantenha o seu corpo todo relaxado, confortavelmente apoiado na superfície em que está, respirando tranqüilamente, use apenas a musculatura abdominal, deixando o ar entrar e sair gentilmente. Finalizando o exercício, espreguice e abra os seus olhos.

Osteoporose na infância

Osteoporose na infância

1. O que é osteoporose?
A osteoporose é a perda de massa óssea, isto é, a diminuição da densidade do osso e ocorre devido a vários fatores. Dependendo do nível desta diminuição, o osso pode ficar mais fraco e susceptível a fratura.
 
2. A criança pode ter osteoporose?
Sim, a criança pode ter osteoporose se apresentar fatores de risco para isso.
 
3. Qual a composição do osso?
O cálcio desempenha importante papel no crescimento e desenvolvimento normal dos ossos e dentes. O principal local de armazenamento do cálcio são os ossos. Além do cálcio e outros minerais, o osso contém também células formadoras e destruidoras de osso (osteoblastos e osteoclastos).
 
4. Quais são as causas de osteoporose na infância?
A osteoporose pode ser primária (quando não há uma causa evidente de perda de densidade óssea) e secundária (quando é decorrente de doenças como doenças gastrointestinais, reumáticas, renais, pulmonares, endócrinas, alergia ao leite de vaca ou intolerância à lactose, uso de certos medicamentos e imobilização prolongada). Os principais exemplos de osteoporose primária são a osteogênese imperfeita e a osteoporose juvenil idiopática. A osteogênese imperfeita tem maior incidência em certas famílias e leva a perda importante de estatura decorrente das fraturas. A osteoporose juvenil idiopática costuma surgir na pré-adolescência ou adolescência e a perda da massa óssea pode durar por 4 a 6 anos, levando a aparecimento de fraturas.
 
5. Quais são os sintomas da osteoporose?
A osteoporose é assintomática, a menos que ocorram fraturas, que são raras na infância. Queixas de dor são geralmente associadas a fraturas e raramente à forma primária da doença.
 
6. Quando suspeitar de osteoporose?
Deve-se pensar em osteoporose nas crianças com baixa ingestão de cálcio, com fraturas de repetição, com história familiar de osteoporose, com alterações nas radiografias e com fatores de risco como presença de doenças crônicas e uso de medicamentos que baixam a densidade óssea (como o corticóide).
 
7. Qual o exame que diagnostica a osteoporose?
O exame que diagnostica a osteoporose é a densitometria óssea. Este exame é indolor, de rápida execução (cerca de 20 minutos) e tem pouca exposição à irradiação. Erros de diagnóstico podem ocorrer quando a técnica não é adequada ou não se leva em conta o sexo, idade ou estatura da criança. Este exame está indicado em crianças e principalmente adolescentes com baixa ingestão de cálcio, nos casos de indivíduos com várias fraturas, em pacientes com doenças crônicas e uso de medicações que prejudicam o osso e nos indivíduos com história familiar de osteoporose ou com alterações sugestivas de perda de massa óssea já presentes na radiografia.
A radiografia nem sempre está alterada e só mostra perda de densidade óssea nos casos mais avançados.
 
8. Existe tratamento para osteoporose?
Uma vez diagnosticada a osteoporose o tratamento deve ser iniciado. As principais medidas são:
•  eliminação de fatores de risco como álcool, fumo e sedentarismo
•  exposição ao sol
•  ingestão de leite e derivados
•  uso de cálcio e vitamina D
•  eventualmente uso de outras drogas

9. Como prevenir a osteoporose?
É durante a infância e principalmente na adolescência que se previne a osteoporose da menopausa e terceira idade. Deve-se estimular a ingestão de grande quantidade de leite e derivados, evitar fatores de risco como álcool e fumo e praticar exercícios físicos. Dependendo da idade a necessidade diária de cálcio é variável.

Grupo etário 
Ingestão diária    (em mg de Cálcio)
Lactentes
Nascimento até 6 meses
6 meses a 1 ano
400
600  
Crianças
1 a 5 anos
6 a 10 anos
800
800-1200 
Adolescentes/adultos jovens
11 a 24 anos/ grávidas
1200-1500

10. Quais os alimentos ricos em cálcio?
Os principais alimentos ricos em cálcio são: leite (integral ou desnatado), derivados do leite (iogurte, queijo, sorvete), verduras (couve, brócolis e espinafre) e laranja. Alguns legumes, peixes, sementes e nozes também podem ser opções. Deve-se evitar dietas com excesso de proteínas e sal ou excesso de fibras.
As quantidades de cálcio dos diversos alimentos estão citadas na próxima tabela.

Alimentos
Quantidade em mg de cálcio
Iogurte sem fruta (1 xícara)
345
Leite desnatado (1 xícara)
302
Leite integral (1 xícara)
297
Queijo muzzarela (1 fatia)
207
Sorvete baunilha (1 xícara)
176
Espinafre cozido ( 1/2 xícara)
138

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O GRUPAR-RP - Grupo de Apoio ao Paciente Reumático de Ribeirão Preto é uma entidade sem fins lucrativos, fundada por pessoas portadoras dos mais diversos tipos de doenças reumáticas e apoiada por médicos reumatologistas da cidade e das faculdades de medicina de Ribeirão Preto.

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